Problema com os banners em Flash intrusivos resolvido

Sabem aqueles banners que fazem com que a propaganda invada uma parte da página para chamar mais atenção do leitor? O site do Terra utiliza muito essa funcionalidade.

Nos navegadores do Linux, a propaganda nunca diminuía, ficando sempre tampando parte da página e enchendo nosso saco.

A solução era instalar alguma extensão no Firefox (usava o Adblock) para bloquear o Flash da página.

Agora o problema não existe mais! A Adobe liberou a versão final do plugin 10 do Flash, cuja versão para linux finalmente tem suporte a isso.

Baixe o plugin aqui.

Para instalar, vc pode utilizar o script fornecido no tar.gz, ou instalar via rpm ou dpkg.
Mas basicamente é só extrair o arquivo baixado (seja tar.gz, rpm, deb etc) e copiar o arquivo libflashplayer.so para o diretório /usr/lib/mozilla/plugins.

Reinicie o Firefox caso este esteja aberto e pronto!

Para testar, vc pode verificar as animações daqui e daqui.

Instalando o Komodo Edit no Ubuntu

O Komodo Edit é um (ótimo) IDE para diversas linguagens, como Python, PHP, HTML, Java, C, C++, Ruby, entre outras. Ele é uma versão livre do Komodo IDE, este fechado e pago (uma comparação das funcionalidades dos dois IDEs pode ser vista aqui).

Komodo Edit

Vou mostrar aqui como instalar o Komodo Edit em uma distribuição Linux (Ubuntu Hardy, no meu caso), mas esse IDE também tem versões para Mac e Windows.

Baixe neste link a última versão do Komodo Edit (4.3.2 na época em que escrevi este post). Abra um terminal (no Ubuntu, Aplicações -> Acessórios -> Consola/Terminal) e entre no diretório onde o arquivo foi salvo usando o comando “cd”. Por exemplo:

# cd Desktop/Downloads

caso o arquivo salvo esteja dentro do diretório Desktop/Downloads.

Extraia o arquivo:

# tar xzf Komodo-Edit-XXX-linux-libcpp6-x86.tar.gz

sendo XXX a versão baixada.

Entre no diretório criado após a extração:

# cd Komodo-Edit-XXX-linux-libcpp6-x86

Vamos instalar agora algumas dependências do Komodo Edit — os pacotes scim-qtimm e scim-tables-additional. Se quiser instalá-los via Synaptic, fique à vontade. Instalarei aqui via aptitude. Ainda no terminal, faça:

# sudo aptitude install scim-qtimm scim-tables-additional

Agora é só instalar o dito cujo. Ainda no terminal e dentro do diretório extraído, faça:

# sudo ./install.sh

e digite o diretório onde queria instalar o IDE. Eu sugiro usar o diretório /opt/komodo_edit, mas fique à vontade para escolher um de sua preferência. (O sudo antes só é necessário caso vá instalar em algum diretório fora do seu home, ou onde você não tenha permissão para modificar.)

Por último, para facilitar, vamos criar um link simbólico para a aplicação. No terminal, faça:

# sudo ln -s /opt/komodo_edit/bin/komodo /usr/local/bin

E é isso! Para executá-lo, aperte ALT+F2 e digite komodo.

Este post mostra em um vídeo explicativo como utilizar as funcionalidades do Komodo Edit para criar um projeto Django (e, por conseguinte, programar em Python).

Um pouco sobre a Web Semântica, agentes e linguagens utilizadas

Computadores não entendem o que querem dizer os documentos dispostos na Web, ou seja, não conseguem entender o significado, a semântica, desses documentos. Podem até entender a sintaxe, mas a semântica é perdida. Alguns pensariam que a evolução dos processadores de linguagem natural poderia ajudar nesse aspecto, mas será que eles conseguiriam distingüir a semântica entre as frases “Eu tenho 15 anos” e “Muitos dizem que eu tenho 15 anos”, possivelmente presentes em uma página Web? Ou ainda, ao fazer uma busca pela palavra “Barcelona”, como seria possível retornar somente páginas relacionadas com o clube de futebol Barcelona, e não resultados referentes à cidade espanhola Barcelona?

A Web Semântica ajuda os sistemas inteligentes que percorrem páginas Web a capturarem o sentido da página e o seu conteúdo. A Web, hoje em dia, lida com documentos, enquanto que a Web Semântica busca lidar com coisas, como pessoas, eventos, lugares, filmes, organizações ou qualquer outro conceito desejável, não somente indicando para os computadores essas coisas, mas também mostrando como elas se relacionam entre si, como elas estão conectadas umas com as outras.

Com a Web Semântica, um sistema poderia entender, por exemplo, como uma pessoa, um evento e um lugar se relacionam, facilitando a interação com esses dados. Se uma festa de aniversário é marcada como um evento, com uma data e um local, o computador conseguiria salvar esse compromisso na agenda de uma pessoa. Ferramentas de busca também se beneficiariam com o aumento de precisão das buscas. Uma pessoa poderia informar se o que está sendo buscado é uma pessoa, um lugar, uma música ou um clube de futebol. Assim, a busca não ficaria restrita somente a palavras-chave, mas o resultado também dependeria da semântica das páginas.

Um conceito considerado muito importante para a Web Semântica é o conceito de agentes, que são softwares que percorrem as páginas da Internet em busca de dados anotados semanticamente. Uma pessoa teria um agente pessoal, que conheceria diversas informações a respeito do agenciado. Ao pedir para um agente pessoal encontrar um hotel, devido a uma viagem para um congresso em Manaus, o agente seria capaz de navegar pelas páginas de hotéis de Manaus — e até pela página do congresso, retornando com uma sugestão de hotel próximo ao evento, que não fosse o mais barato, mas cuja rede hoteleira que o administra tenha sido avaliada positivamente pelo agenciado em uma viagem anterior.

Precisa-se, então, de algo que permita embutir semântica em documentos HTML, ou, em outras palavras, anotar os dados de uma página Web semanticamente. Algumas tecnologias já fazem isso, como Microformats e RDFa, permitindo que os conteúdos das páginas façam sentido para humanos e máquinas.

Contudo, o poder de expressividade dessas linguagens não é grande. É possível criar uma página utilizando tecnologias mais expressivas, como OWL e RDF, mais intencionadas para o entendimento dos dados pelos computadores, e não somente por humanos.

Descobrindo o driver de video no Ubuntu Hardy

O Ubuntu Hardy adotou a nova versao 7.3 do xorg, que simplifica muito o arquivo de configuracao /etc/X11/xorg.conf. Simplifica ao ponto de nao informar qual o driver que esta sendo utilizado pelo servidor de video.

Para descobrir qual driver que esta sendo utilizado, existe o xdebconfigurator. Alem do driver, esse programa mostra tambem as configuracoes do mouse e do monitor, entre outras.

Instale-o com o comando:

# sudo aptitude install xdebconfigurator

Executando-o em meu notebook, com placa de video Intel 945GM, obtem-se a saida abaixo. O driver que esta sendo utilizado eh informado na linha que comeca com “VIDEO DRIVER”.

[~]: xdebconfigurator
Detected Xorg server
/usr/sbin/ddcprobe NOT found!
/usr/sbin/kudzu NOT found!
/usr/sbin/detect NOT found!
VIDEO CARD: Xdebconfigurator Card
VIDEO CARD DEVICE:
VIDEO CARD VENDOR:
VIDEO DRIVER: i810
VIDEO DRIVER SRC: discover
VIDEO MEMORY:
POSSIBLE XSERVER: xorg
XSERVER 3:
XSERVER 4: xfree86
DEBIAN PACKAGE: xserver-xorg
MOUSE DEVICE SRC: hwinfo
MOUSE DEVICE: /dev/input/mice
MOUSE PROTOCOL: ImPS/2
MOUSE WHEEL: 0
KEYBOARD RULES: xorg
MONITOR: Xdebconfigurator Monitor
MONITOR ID:
SUGGESTED METHOD: Simple
MONITOR SIZE: 15 inches (380 mm)
MONITOR HOR SYNC: 28-50
MONITOR VER REFR: 43-75
MONITOR MODES: 1024×768, 800×600, 640×480
MONITOR MODE: 1024×768 @ 70Hz
MONITOR MODE SRC: default
MONITOR DEFAULT DEPTH: 16
debconf: DbDriver “passwords” warning: could not open /var/cache/debconf/passwords.dat: Permissão negada
debconf: DbDriver “config”: could not write /var/cache/debconf/config.dat-new: Permissão negada

PS: Post sem acento e cedilha… isso que da ficar futucando o xorg.conf. =oP

Leitor de digital no Ubuntu Hardy

Agora eu me realizei com o Ubuntu 8.04! Primeiro, a saída de vídeo (para monitor, projetor etc) voltou a funcionar, depois o leitor de cartão de memória também, daí foi a vez do meu celular virar um controle remoto pro meu notebook, e agora… o leitor de impressão digital (fingerprint reader) do notebook também está funcionando!

Para isso, utilizei o ThinkFinger. Como está em seu site, o ThinkReader é um driver para leitores de digital do fabricante SGS Thomson Microelectronics. Ele funcionou no meu Toshiba M115, e há relatos de funcionar em outros modelos.

Então, mãos à obra… Vamos instalar as dependências. Digite o seguinte comando em um terminal (Aplicações -> Acessórios -> Terminal/Consola):

$ sudo aptitude install build-essential libtool pkg-config libthinkfinger0 libusb-dev libpam0g-dev

Ou instale os pacotes citados (depois da palavra “install”) usando o Synaptic.

Agora, vamos subir um módulo necessário. Novamente, em um terminal, digite:

$ sudo modprobe uinput

Para que esse módulo sempre suba ao dar boot, edite o arquivo /etc/modules:

$ sudo gedit /etc/modules

E insira o módulo uinput. O arquivo /etc/modules ficará assim:

# /etc/modules: kernel modules to load at boot time.
#
# This file contains the names of kernel modules that should be loaded
# at boot time, one per line. Lines beginning with “#” are ignored.

fuse
lp
sbp2
uinput

Vamos agora baixar o ThinkFinger. Existe o pacote thinkfinger-tools nos repositórios do Ubuntu, mas ele não foi compilado para ter suporte ao PAM. Portanto, teremos que compilá-lo (coisa simples!). Talvez instalar o pacote thinkfinger-tools e o libpam-thinkfinger baste. Caso alguém teste dessa maneira, avise aqui se funcionou ou não!

Baixe o pacote e digite no terminal (estando no mesmo direitório que o arquivo tar.gz foi baixado):

$ tar xvfz thinkfinger-0.3.tar.gz
$ cd thinkfinger-0.3
thinkfinger-0.3 $ ./configure --with-securedir=/lib/security --with-birdir=/etc/pam_thinkfinger
thinkfinger-0.3 $ make
thinkfinger-0.3 $ sudo make install

Para verificar se a instalação foi realizada corretamente, verifique se existe o arquivo /lib/security/pam_thinkfinger.so.

$ ls /lib/security/pam_thinkfinger.so
/lib/security/pam_thinkfinger.so

Para testar se o driver está funcionando, digite os dois seguintes comandos, deslize o dedo sobre o leitor de digital e observe se as saídas são semelhantes:

$ sudo tf-tool –acquire
ThinkFinger 0.3 (http://thinkfinger.sourceforge.net/)
Copyright (C) 2006, 2007 Timo Hoenig <thoenig@suse.de>

Initializing… done.
Please swipe your finger (successful swipes 3/3, failed swipes: 0)… done.
Storing data (/tmp/test.bir)… done.

$ sudo tf-tool –verify
ThinkFinger 0.3 (http://thinkfinger.sourceforge.net/)
Copyright (C) 2006, 2007 Timo Hoenig <thoenig@suse.de>

Initializing… done.
Please swipe your finger (successful swipes 1/1, failed swipes: 0)… done.
Result: Fingerprint does match.

Para que não seja mais necessário digitar senhas para logar com seu usuário, vamos configurar o PAM para trabalhar junto com o ThinkFinger. Edite o arquivo /etc/pam.d/common-auth deixando-o da sequinte maneira:

#
# /etc/pam.d/common-auth – authentication settings common to all services
#
# This file is included from other service-specific PAM config files,
# and should contain a list of the authentication modules that define
# the central authentication scheme for use on the system
# (e.g., /etc/shadow, LDAP, Kerberos, etc.).  The default is to use the
# traditional Unix authentication mechanisms.
#
auth    optional   pam_smbpass.so migrate
auth    sufficient  pam_thinkfinger.so
auth    required   pam_unix.so nullok_secure try_first_pass

Caso a instalação do ThinkFinger não tenha criado o diretório /etc/pam_thinkfinger, crie-o:

$ sudo mkdir /etc/pam_thinkfinger

Finalmente, adicione uma digital para um ou mais usuários do sistema (substitua USERNAME por um usuário do sistema):

$ sudo tf-tool - -add-user USERNAME

(O correto é digitar, antes do “add-user”, os dois sinais de menos (-) juntos. Mas o WordPress não permite que seja publicado assim. Faça isso ao digitar o comando acima.)

Essa etapa irá falhar se o ThinkFinger instalado não foi compilado com suporte ao PAM.

Para testar, abra um novo terminal e digite algum comando iniciando-o com “sudo”. Por exemplo:

$ sudo aptitude update

Aparecerá a mensagem “Password or swipe finger:”. Basta deslizar o dedo para que sua digital seja reconhecida.

Agora você já pode logar no gdm (tela onde se digita o usuário e a senha) e utilizar as ferramentas de administração sem precisar digitar mais sua senha!

Caso funcione para você, por favor, deixe no comentário a versão do Ubuntu (também funciona com versões anteriores ao Hardy) e o modelo do seu computador ou do leitor de digital externo!

Fonte: Linux on Laptops

Aplicativos do Linux para o seu dia-a-dia

Nesse sábado passado (26), aconteceu em diversas cidades da América Latina o Flisol (Festival Latinoamericano de Instalação de Software Livre).

Participei do evento na minha cidade (Vitória) apresentando uma palestra em que mostrei alguns programas do Linux que utilizo comumente. Programas de áudio, vídeo, gráfico, internet, entre outros, que a galera costuma usar em atividades corriqueiras do dia-a-dia.

Disponibilizo aqui a palestra para a galera que queira anotar os aplicativos sugeridos.

A quem participou (ou não) do evento, não se esqueça de inscreve-se na lista do Linux-ES, para tirar dúvidas, pedir alguma ajuda sobre a instalação do Linux e elogiar ou criticar o evento.

Obrigado pela participação dos que foram! E quem perdeu, fiquem atentos aos próximos eventos!

Encontrei o primeiro bug no Ubuntu Hardy Heron

Com já é de tradição no Ubuntu, a versão 8.04 do Ubuntu (codinome Hardy Heron) tem esse nome por ter sido lançada no ano 2008 e no mês 4 (abril).

Mas parece que esse “bug” passou despercebido:

No programa “Canais de Software”, que gerencia os repositórios de software, a versão do Hardy Heron saiu como sendo 5.04!

Creio que esse problema não afetará a segurança do sistema. ;)

Limpando a fila de impressão do CUPS

O CUPS é um sistema de impressão muito usado no Linux, e é o que o Ubuntu utiliza para gerenciar as impressões feitas no sistema. É possível utilizá-lo para adicionar e remover impressoras, além de gerenciar a fila de impressão.

Às vezes acontece de, ao tentar imprimir algo, a impressão falhar e o trabalho ficar preso na fila de impressão. Quando outro usuário tentar imprimir, não conseguirá pois tem um trabalho travando a fila, e também não conseguirá cancelar a impressão pois foi outra pessoa que a iniciou. Mostrarei aqui como fazer para limpar de uma vez toda a fila de impressão através da interface web de gerenciamento do CUPS.

No Ubuntu 7.10, a configuração do CUPS é feita pelo system-config-printer (acessível via Sistema -> Administração -> Impressão). Entretanto, é possível configurá-lo diretamente pela sua página de configuração digitando em um navegador o endereço http://localhost:631/.

CUPS - interface de configuração

Para que um usuário possa fazer modificacões nas configuracões do CUPS (utilizando essa interface ou até mesmo o system-config-printer), é preciso que ele tenha permissão para isso, e uma maneira de lhe dar permissão é adicioná-lo no grupo lpadmin.

Para isso, acesse Sistema -> Administracão -> Usuários e Grupos. Se estiver utilizando o Ubuntu 8.04 (Hardy), clique em “Unlock” e digite a senha do seu usuário. Clique em “Gerenciar grupos”, selecione o grupo lpadmin e clique em “Propriedades”. Agora, é só selecionar o(s) usuário(s) que terá(ão) o privilégio de gerenciar o sistema de impressão.

Para limpar a fila de impressão, basta acessar o link http://localhost:631, clicar em “Printers” e, nas opcões da impressora, clique em “Cancel All Jobs”. Digite então um usuário que está no grupo lpadmin e a sua respectiva senha, apertando “OK” em seguida.

Um atalho para esse caminho é digitar de vez no navegador o endereco http://localhost:631/admin/?op=purge-jobs&printer_name=PDF.

Impressora HP 1020: fazendo-a voltar a funcionar

Tenho uma impressora HP Laserjet 1020 rodando no Ubuntu 7.10 (Gutsy) que de vez em quando empaca e pára de imprimir. Não adianta limpar a fila de impressão, reiniciar a impressora ou o computador. Às vezes ela volta a funcionar depois de um tempo, mas não consegui entender o motivo.

Eu solucionava isso removendo e adicionando novamente a impressora via Sistema -> Administração -> Impressão (Configuração da impressora, ou system-config-printer). Mas não estava satisfeito com essa solução (teria que ensinar esse procedimento para os meus pais).

Uma coisa que eu reparava quando ela emperrava era que seu estado, visto no system-config-printer, estava sempre como Stopped (parado), e não como Idle (ociosa), que seria o estado normal quando está aguardando uma impressão.

Futucando um pouco, percebi que, na aba “Políticas”, a opção “Habilitada” estava desmarcada. Foi só marcá-la e clicar em “Aplicar” para que o estado da impressora voltasse para Idle.

Habilitar impressora

Agora, toda vez que a impressora volta a emperrar (isso não soluciona totalmente o problema), eu realizo esse procedimento, não sendo mais necessário reinstalá-la.

Vou reportar esse bug no Launchpad e colo o link do report aqui.

PS: Lembrando que para instalar a HP 1020, aconselha-se utilizar o driver mais recente que está disponível em http://foo2zjs.rkkda.com. Siga esse procedimento para instalá-la.

Criando imagens ISO personalizadas

Caso você deseje criar um arquivo ISO personalizado no Ubuntu, ou queira modificar uma imagem ISO já existente, a solução é o KIso. Para instalá-lo, digite em um terminal:

sudo aptitude install kiso

Para criar um arquivo ISO, abra o KIso (ALT + F2 e digite “kiso” sem as aspas), clique no botão “Nova imagem” e aperte em “Não” para começar um arquivo vazio. Agora, basta ir adicionando os arquivos desejados.

KIso com arquivos pessoais

Ao terminar, clique em “Salvar imagem” e escolha o nome do arquivo e o local onde irá salvá-lo.

Caso queira, você pode modificar um arquivo ISO, como o de uma distribuição Linux, ou de um DVD. Para isso, abra o KIso, clique em “Abrir imagem” e escolha uma imagem para modificá-la. Então, adicione ou remova os arquivos desejados.

Outra característica interessante do KIso é que ele trabalha também com arquivos NRG, do Nero. Portanto, caso esbarre com uma imagem NRG algum dia, o KIso pode ser usado para convertê-la para ISO.

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