Archive for the 'Ubuntu' Category

Corrigindo problema de tela cheia do Flash no Ubuntu

O Flash sempre me incomodou muito no Ubuntu. Esperava que com o lançamento do Ubuntu 10.10 (Maverick) isso melhorasse, mas os problemas persistem.

Constantemente, as janelas em Flash ficam brancas/cinzas, os vídeos do Youtube ou de qualquer outro site com vídeo ficam congelados em tela cheia (fullscreen), parte do vídeo fica sumindo, etc.

Flash não aparecendo no Youtube

Flash não aparecendo no Youtube

Encontrei no Google uma solução que praticamente resolveu esses problemas! Só não digo que resolveu totalmente porque, durante os testes, o Gnome todo chegou a travar quando estava tocando um vídeo do Youtube em tela cheia. Fui para o terminal apertando Ctrl+Alt+F1, loguei e matei o Gnome com o comando “killall gnome-session”. Não tive mais esse problema no Firefox, apesar de ter tido ainda no Chrome.

A solução para mim foi criar um arquivo de configuração para os aplicativos da Adobe. Basta digitar então os seguintes comando no terminal:

sudo su
mkdir /etc/adobe
echo “OverrideGPUValidation = 1″ > /etc/adobe/mms.cfg

Em seguida, reinicie o Firefox.

Importante: testes realizados com o Ubuntu 10.10 64 bits, Flash do pacote flashplugin-installer e placa de vídeo Intel 945GM.

Mais sobre o arquivo de configuração mms.cfg aqui.

Descobrindo o driver de video no Ubuntu Hardy

O Ubuntu Hardy adotou a nova versao 7.3 do xorg, que simplifica muito o arquivo de configuracao /etc/X11/xorg.conf. Simplifica ao ponto de nao informar qual o driver que esta sendo utilizado pelo servidor de video.

Para descobrir qual driver que esta sendo utilizado, existe o xdebconfigurator. Alem do driver, esse programa mostra tambem as configuracoes do mouse e do monitor, entre outras.

Instale-o com o comando:

# sudo aptitude install xdebconfigurator

Executando-o em meu notebook, com placa de video Intel 945GM, obtem-se a saida abaixo. O driver que esta sendo utilizado eh informado na linha que comeca com “VIDEO DRIVER”.

[~]: xdebconfigurator
Detected Xorg server
/usr/sbin/ddcprobe NOT found!
/usr/sbin/kudzu NOT found!
/usr/sbin/detect NOT found!
VIDEO CARD: Xdebconfigurator Card
VIDEO CARD DEVICE:
VIDEO CARD VENDOR:
VIDEO DRIVER: i810
VIDEO DRIVER SRC: discover
VIDEO MEMORY:
POSSIBLE XSERVER: xorg
XSERVER 3:
XSERVER 4: xfree86
DEBIAN PACKAGE: xserver-xorg
MOUSE DEVICE SRC: hwinfo
MOUSE DEVICE: /dev/input/mice
MOUSE PROTOCOL: ImPS/2
MOUSE WHEEL: 0
KEYBOARD RULES: xorg
MONITOR: Xdebconfigurator Monitor
MONITOR ID:
SUGGESTED METHOD: Simple
MONITOR SIZE: 15 inches (380 mm)
MONITOR HOR SYNC: 28-50
MONITOR VER REFR: 43-75
MONITOR MODES: 1024×768, 800×600, 640×480
MONITOR MODE: 1024×768 @ 70Hz
MONITOR MODE SRC: default
MONITOR DEFAULT DEPTH: 16
debconf: DbDriver “passwords” warning: could not open /var/cache/debconf/passwords.dat: Permissão negada
debconf: DbDriver “config”: could not write /var/cache/debconf/config.dat-new: Permissão negada

PS: Post sem acento e cedilha… isso que da ficar futucando o xorg.conf. =oP

Limpando a fila de impressão do CUPS

O CUPS é um sistema de impressão muito usado no Linux, e é o que o Ubuntu utiliza para gerenciar as impressões feitas no sistema. É possível utilizá-lo para adicionar e remover impressoras, além de gerenciar a fila de impressão.

Às vezes acontece de, ao tentar imprimir algo, a impressão falhar e o trabalho ficar preso na fila de impressão. Quando outro usuário tentar imprimir, não conseguirá pois tem um trabalho travando a fila, e também não conseguirá cancelar a impressão pois foi outra pessoa que a iniciou. Mostrarei aqui como fazer para limpar de uma vez toda a fila de impressão através da interface web de gerenciamento do CUPS.

No Ubuntu 7.10, a configuração do CUPS é feita pelo system-config-printer (acessível via Sistema -> Administração -> Impressão). Entretanto, é possível configurá-lo diretamente pela sua página de configuração digitando em um navegador o endereço http://localhost:631/.

CUPS - interface de configuração

Para que um usuário possa fazer modificacões nas configuracões do CUPS (utilizando essa interface ou até mesmo o system-config-printer), é preciso que ele tenha permissão para isso, e uma maneira de lhe dar permissão é adicioná-lo no grupo lpadmin.

Para isso, acesse Sistema -> Administracão -> Usuários e Grupos. Se estiver utilizando o Ubuntu 8.04 (Hardy), clique em “Unlock” e digite a senha do seu usuário. Clique em “Gerenciar grupos”, selecione o grupo lpadmin e clique em “Propriedades”. Agora, é só selecionar o(s) usuário(s) que terá(ão) o privilégio de gerenciar o sistema de impressão.

Para limpar a fila de impressão, basta acessar o link http://localhost:631, clicar em “Printers” e, nas opcões da impressora, clique em “Cancel All Jobs”. Digite então um usuário que está no grupo lpadmin e a sua respectiva senha, apertando “OK” em seguida.

Um atalho para esse caminho é digitar de vez no navegador o endereco http://localhost:631/admin/?op=purge-jobs&printer_name=PDF.

Criando imagens ISO personalizadas

Caso você deseje criar um arquivo ISO personalizado no Ubuntu, ou queira modificar uma imagem ISO já existente, a solução é o KIso. Para instalá-lo, digite em um terminal:

sudo aptitude install kiso

Para criar um arquivo ISO, abra o KIso (ALT + F2 e digite “kiso” sem as aspas), clique no botão “Nova imagem” e aperte em “Não” para começar um arquivo vazio. Agora, basta ir adicionando os arquivos desejados.

KIso com arquivos pessoais

Ao terminar, clique em “Salvar imagem” e escolha o nome do arquivo e o local onde irá salvá-lo.

Caso queira, você pode modificar um arquivo ISO, como o de uma distribuição Linux, ou de um DVD. Para isso, abra o KIso, clique em “Abrir imagem” e escolha uma imagem para modificá-la. Então, adicione ou remova os arquivos desejados.

Outra característica interessante do KIso é que ele trabalha também com arquivos NRG, do Nero. Portanto, caso esbarre com uma imagem NRG algum dia, o KIso pode ser usado para convertê-la para ISO.

Habilitando a USB no VMWare

USB aparevendo no VMPlayer 2 (Resolucao menor)

O Ubuntu Gutsy (7.10) vem com um pequeno “feature” que não permite o uso da USB pelas máquinas virtualizadas no VMWare (vmplayer também), bem como por outros virtualizadores, como o VirtualBox.

Por algum motivo, as linhas que habilitam o suporte da porta USB para as máquinas virtuais estão comentadas. Para resolver esse problema, abra o arquivo “/etc/init.d/mountdevsubfs.sh” digitando o seguinte comando em um terminal:

sudo vim /etc/init.d/mountdevsubfs.sh

e procure pelo seguinte bloco de texto:

    #
    # Magic to make /proc/bus/usb work
    #
    #mkdir -p /dev/bus/usb/.usbfs
    #domount usbfs "" /dev/bus/usb/.usbfs -obusmode=0700,devmode=0600,listmode=0644
    #ln -s .usbfs/devices /dev/bus/usb/devices
    #mount --rbind /dev/bus/usb /proc/bus/usb

Basta agora descomentar (remover o caracter “#”) as últimas quatro linhas, resultando no seguinte texto:

    #
    # Magic to make /proc/bus/usb work
    #
    mkdir -p /dev/bus/usb/.usbfs
    domount usbfs "" /dev/bus/usb/.usbfs -obusmode=0700,devmode=0600,listmode=0644
    ln -s .usbfs/devices /dev/bus/usb/devices
    mount --rbind /dev/bus/usb /proc/bus/usb

Salve o arquivo e reinicie o script com o seguinte comando:

sudo /etc/init.d/mountdevsubfs.sh start

Agora, basta mudar a permissão de acesso à USB. Abra o seguinte arquivo:

sudo vim /etc/udev/rules.d/40-permissions.rules

e procure pelo seguinte trecho:

# USB devices (usbfs replacement)
SUBSYSTEM=="usb_device",        MODE="0664"

Modifique a opção MODE da seguinte maneira:

# USB devices (usbfs replacement SUBSYSTEM=="usb_device",        MODE="0666"

Salve o arquivo.

Agora é só abrir a sua máquina virtual e espetar um pendrive.

Fontes: Hamacker’s Palace e André Gondim.

Problemas para imprimir a declaração do IR 2008? Salve-a em ODT! Ou PDF. Ou HTML… Ou…

UPDATE: Achei duas soluções para o problema da impressão! A questão é uma incompatibilidade existente entre as versões do Java e do CUPS no Ubuntu Gutsy.

Uma solução é ir em Sistema -> Administração -> Impressão e, EM CADA IMPRESSORA instalada, ir na aba “Opções de trabalho” e mudar a orientação para qualquer outra que não a “Automatic rotation”. No meu caso, mudei para “Retrato (sem rotação)”. Agora é possível imprimir!

Uma outra solução é mostrada em um comentário desse bug report.  Seria fazer um downgrade da versão do CUPS para a versão que está no Feisty (1.2.8). Segui essa dica e também funcionou. Mas acho que a dica anterior é mais simples.

FIM DO UPDATE

Estou utilizando a versão Java (para Linux) do programa de declaração do Imposto de Renda deste ano (IRPF2008), mas ocorre um erro ao tentar imprimir a declaração. Ao clicar no ícone de impressão na tela Declaração, onde é mostrado o que será impresso, aparece a seguinte mensagem de erro:

 Erro ao imprimir relatório. Verifique o donsole para detalhes.

Executei o programa via terminal, mas nenhuma mensagem de erro apareceu no “donsole”.

Não sei qual é o problema, apesar de eu ter encontrado um suspeito. Mas contornei esse problema salvando o que seria impresso em um arquivo ODT (formato aberto de documentos). Achei muito interessante a Receita Federal dar essa opção de formato de arquivo para armazenar a declaração. Daí foi só abrir o arquivo salvo no OpenOffice e então imprimir.

IRPF 2008 - Salvando em outros formatos

Outras opções de formato de arquivo são PDF, HTML, RTF, dentre outras. Estranho é também poder salvar em XLS (formato de arquivos do Excel até a versão 2003), mas não em ODS (formato aberto de planilhas eletrônicas).

Se alguém conseguir uma solução para poder imprimir diretamente do IRPF2008, favor deixar nos comentários!

Terminal na mão com o Yakuake

Um aplicativo que para mim é essencial é o Yakuake. Ele é um terminal que aparece na tela ao apertarmos uma tecla de atalho, retraindo-se novamente ao se utilizar o mesmo atalho. Ele é ótimo quando precisamos utilizar algum comando, ou ter acesso rápido a um terminal.

 Yakuake

Por padrão, a tecla de atalho para fazê-lo aparecer/desaparecer é a F12. Pode-se redimensionar a altura e a largura do terminal utilizando os atalhos Alt+Shift+[uma tecla direcional]. Assim, por exemplo, para aumentar a altura do terminal, eu faço Alt+Shift+Seta para cima.

Aconselho iniciar o Yakuake junto com o Gnome/KDE para ele estar sempre na mão. Para fazer isso no Gnome, vá em Sistema -> Preferências -> Sessões e adicione uma entrada para ele, utilizando o comando yakuake.

iniciando com o gnome

Para instalá-lo, faça:

sudo aptitude install yakuake

Comando para contar quantidade de arquivos em um diretório

Uma dica simples, mas que rodei um pouco até achar. Para contar a quantidade de arquivos e diretórios dentro de um diretório, basta utilizar o comando:

ls um_diretorio | wc -l

Um Shell Script um pouco mais elaborado, que conta a quantidade de arquivos de uma extensão específica, seria o seguinte:

#!/bin/s DIR="$1"
EXT="$2" if ! [ $DIR ]
then
    DIR="."
fi ls $DIR/*.$EXT | wc -l

Fonte: Viva o Linux

Colocando qualquer janela na bandeja

Cansado de ter que ficar esperando o Firefox abrir sempre que você precisa dele? Ou de esperar abrir qualquer outro programa que você utiliza constantemente, como o Nautilus?

Eu estava, e acabei me lembrando do AllTray. Ele leva qualquer janela de programa para a bandeja do sistema (system tray), bastando clicar no botão Fechar do respectivo programa para isso. Está no repositório universe do Ubuntu Feisty e Gutsy, e pode ser instalado via terminal com o comando:

sudo aptitude install alltray

Agora, basta ir em Aplicações -> Acessórios -> AllTray e clicar na janela do programa que você quer minimizar para o system tray.

Bandeja do sistema com o Firefox e o Nautilus

Na figura acima, vemos o Nautilus e o Firefox na bandeja do Gnome. Mas o AllTray funciona também no KDE, XFCE, Fluxbox e WindowMaker.

Eu estou sempre fechando e abrindo o Firefox o tempo todo, e agora eu não tenho mais que esperar os longos 4 segundos que leva para o Firefox abrir. :D Basta clicar no seu ícone na bandeja que instantaneamente ele aparece.

Também coloquei o Firefox para iniciar ao abrir a sessão do Gnome. Basta ir em Sistema -> Preferências -> Sessões e adicionar um novo programa inicial, colocando o comando “alltray firefox”.

Firefox iniciando com o AllTray na janela de Sessões

Fonte: Viva o Linux

Dicionários do Babylon rodando no Linux

Stardict Main Window

Quem está em busca de um bom dicionário português/inglês para Linux (no meu caso, Ubuntu Gutsy), eu sugiro usar o StarDict. Com ele, é possível utilizar os dicionários existentes no Babylon que geralmente as pessoas usam no Windows.

Ele também lê uma palavra selecionada e apresenta a tradução na tela assim como o seu irmão do Windows faz.

Stardict pop up

Para instalá-lo, basta digitar em um terminal:

sudo aptitude install stardict stardict-tools libxml2-dev

Para adicionar os dicionários do Babylon, vamos primeiro instalar um programa que irá converter os dicionários para o formato do stardict:

wget http://optusnet.dl.sourceforge.net/sourceforge/ktranslator/dictconv-0.2.tar.bz2
tar -jxvf dictconv-0.2.tar.bz2
cd dictconv-0.2
./configure
make
sudo make install

Vamos pegar agora alguns dicionários no site do Babylon. Como exemplo, baixe os dicionários Inglês/Português e Português/Inglês. Eles podem ser baixados via terminal da seguinte maneira:

wget http://info.babylon.com/glossaries/38C/Babylon_English_Portuguese.BGL
wget http://info.babylon.com/glossaries/4EA/Babylon_Portuguese_English_dic.BGL

Os arquivos virão no formato .exe, que nada mais é que um arquivo compactado como o ZIP ou RAR. Basta clicar com o botão direito nos arquivos, extrair o conteúdo deles e os dicionários BGL aparecerão.

No diretório em que os dicionários foram extraídos, executem o script abaixo. Ele irá converter cada um dos arquivos BGL para um formato que o StarDict entenda e depois irá movê-los para o diretório apropriado.

for i in `ls *.BGL| cut -d . -f 1`; do
    dictconv -o $i.dic $i.BGL
    cat $i.dic | sed 's/\$[0-9][0-9]*\$\t/\t/' > $i\_novo.dic
    /usr/lib/stardict-tools/tabfile $i\_novo.dic
done
sudo mv *.dz *.i* /usr/share/stardict/dic/

(Atenção ao copiar o script com a linha que começa com o comando cat. Antes do sinal maior que (“>”) é uma aspa simples, e não uma crase.)

Agora, basta abrir o StarDict no menu Aplicações -> Acessórios e digitar a palavra desejada.

Para saber facilmente o significado de uma palavra, habilite (caso já não esteja) a leitura de seleção abrindo o programa, clicando no botão Preferências e, em “Leitura de seleção”, habilitar o primeiro checkbox e escolher qual será a tecla modificadora — no meu caso, deixei a Win (logo do Windows). Para ver o significado de uma palavra, selecione-a e fique segurando a tecla modificadora.

Outra dica é adicionar uma tecla de atalho para abrir o StarDict facilmente. Aperte ALT+F2 e digite “gconf-editor” (sem as aspas). Navegue até /apps/metacity/keybinding_commands, e para um comando (command_1, por exemplo), adicione o valor “stardict” (sem as aspas). Vá em /apps/metacity/global_keybindings e no valor do run_commandX equivalente ao comando escolhido anteriormente (run_command_1, nesse caso), digite a combinação de teclas desejada. Como sugestão, digite “<Control><Alt>X” (sem as aspas). Teste executando a tecla de atalho escolhida.

Boas traduções. ;)


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